'Não peço que todos os dias sejam de sol
Não peço que todas as sextas sejam de festa
Tão pouco te peço que volte suplicando perdão,
se chora com os olhos secos e falando dela.
Não só de pão vive o homem
e não de desculpas vivo eu.'
"A vida é a arte do encontro, embora hajam tantos desencontros nessa vida" Vinícius de Moraes
terça-feira, 30 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
coragem aos medos dela
Ela deixou no final das páginas, com sua letra atravessada, aquilo que leria todo dia se fosse preciso. Aquilo que por mais velho que possa se tornar, por enquanto será novo mesmo com o passar dos dias. Contaram a ela tudo que ela sempre viu, mas de maneira diferente. Passaram por cima de suas restrições, pois não sabiam que ela as tinha. Não sendo frio, apenas certo. Aquelas folhas a perseguiram por anos sempre com um objetivo, mas agora parecem ter surgido em suas mãos sem mais nem menos, ganhando um peso perfeito a cada noite. Não é invasivo ou egoísta, pois não fizeram pensando nela. Diria que foi o acaso que os levou até ela, se o acaso existisse. Mesmo com tantas cascas retiradas, ele ainda está no parapeito contemplando apavorado a ele mesmo e o espelho humano que reflete lá embaixo. É muita força para apenas um passo, mas ainda assim, é justo...
sábado, 27 de março de 2010
O aconchego da mudança
Todo dia pode ser feito um recomeço, não depende de nada além de nós mesmos. O nosso amor àquilo que nos traz felicidade é o que irá nos dar respostas. Cada vez mais se percebe que um sentimento bom, apenas, não define um caminho. É preciso mais. E quando esse mais nos falta, mudamos a direção das coisas sem mudar o sentimento. (...)
A falta dos motivos
Nada me preocupa mais a não ser aquilo que eu faço, que eu penso. O Que me preocupa também.
sexta-feira, 26 de março de 2010
revendo
O que sinto eu não ajo.
O que ajo não penso.
O que penso não sinto.
Do que sei sou ignorante.
Do que sinto não ignoro.
Não me entendo e ajo como se me entendesse.
Cl.
O que ajo não penso.
O que penso não sinto.
Do que sei sou ignorante.
Do que sinto não ignoro.
Não me entendo e ajo como se me entendesse.
Cl.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Falando nisso; Eu vejo.
Me recuso a dizer tudo que se mostra quando fecho os olhos. Talvez até me enganando, eu sei. É que eu deixo estar por achar que me faz bem, mas não funciona assim quando as coisas tomam rumos diferentes do que se imagina. Então acontece o óbvio e inesperado, o que na teoria se opõe à prática. Segue me tirando o chão por alguns segundos e a pouca razão que me resta. Às vezes esse tipo de envolvimento parece estar indo por um caminho sem volta, por vezes não enxergo nada além do que já conheço. Não me julgo por estar assim, o que desaponta é saber que estou nele sozinha, e que não a cabe a mim informar alguém, ninguém. Então me pergunto se realmente está aqui, ou se esse sentimento não é forte o bastante para fazer da forma que imaginávamos. Não dissemos nada por dizer, aí que mora o perigo junto ao nosso porto. Somos sinceros de maneira agressiva, mas ainda assim te esconde do que realmente pensa, insiste nessa falta de coragem com todos e acima de tudo, contigo mesmo. Vem fazendo falta essa segurança, mas ela não se encontra mais em ti.
quarta-feira, 24 de março de 2010
parece que nunca chega, nunca acaba
Vivendo em mundo como que de passagem, tentando achar graça nessa eterna representação do que é um sorriso. Criando motivos para estarem juntos sem entenderem o que significa essa palavra. Sempre cansada, nunca a ponto de mudar o de sempre. Sempre por pensamento, nunca por situações. Como será que se sentem?
o quê?
Sinto raiva pelo motivo que me leva até aqui. Não que ele seja algo que eu faça sem sentir, mas eu não teria a necessidade de dizer se não fosse por essa facilidade egoísta em multiplicar. Não tenho a necessidade de contar a alguém, não são palavras que falam, são por atos e presença que se demonstra. Mas venho percebendo o quanto eu me tirei daqueles que poderiam estar mais perto de mim e que mesmo assim eles continuam fazendo parte do meu pensamento, não só por lembranças. Vejo o quanto eu poderia manter eles na minha vida. Vejo o quanto eu me afasto numa tentativa de não me machucar. E sem ter a intenção eu escolho com quem dividir os meus dias ao invés deles serem tão meus quanto dos outros. Já me peguei pensando no que é verdade e o que não é, no que é confuso e naquilo que insisto em tornar claro. Já não sei mais por qual caminho venho andando, tão pouco aonde ele me leva.
Venho tentando controlar pensamentos, fazer deles os mais simples possíveis, pra depois me preocupar com o que eles me causam. Me deixando de segunda opção, e isso não me parece ruim. A vida é muito mais do que uma pessoa só.
Venho tentando controlar pensamentos, fazer deles os mais simples possíveis, pra depois me preocupar com o que eles me causam. Me deixando de segunda opção, e isso não me parece ruim. A vida é muito mais do que uma pessoa só.
foda-se se o mengo ninguém para, foda-se se o vasco é
vice. e foda-se se eu tô na lapa fumando haxixe. mas não foda-se se foda-se o mendigo embaixo da marquise.
tive pensamentos bons, bons sonhos que me levaram, aos verdadeiros cânticos dos anjos.
irmãos livres por tentar fazer felizes pelo seus narizes, mas a porra da vitória não consiste em dinheiro. isso não é o poder. pare para ver, lute para sobreviver
Con.
vice. e foda-se se eu tô na lapa fumando haxixe. mas não foda-se se foda-se o mendigo embaixo da marquise.
tive pensamentos bons, bons sonhos que me levaram, aos verdadeiros cânticos dos anjos.
irmãos livres por tentar fazer felizes pelo seus narizes, mas a porra da vitória não consiste em dinheiro. isso não é o poder. pare para ver, lute para sobreviver
Con.
terça-feira, 23 de março de 2010
vai. pois nos perdemos
As pessoas acham que o sentimento delas às vezes vale mais do que qualquer outro no mundo. Que é certo defendê-lo acima de tudo e todos, assim vão se encontrando enquanto se perdem dos outros e daquilo que um dia poderia ser de verdade.
Me fala do que sente sem antes perguntar como eu estou e com quem. Me joga tudo que tem em mente sem antes pedir licença. Não existe nenhum sentido pra isso. E se me dizem que o amor é a própria falta de sentido, eu digo que não. Eu digo que o amor é aquilo que de bom ao outro fazemos por fazer, sem precisar quebrar a cabeça numa tentativa de criar preocupação. Não vou rotular o que se sente, mas então não coloque mais nomes em teus problemas. Se te diz sozinho, então teus sentimentos não pertencem a mais ninguém a não ser tu mesmo.
Me fala do que sente sem antes perguntar como eu estou e com quem. Me joga tudo que tem em mente sem antes pedir licença. Não existe nenhum sentido pra isso. E se me dizem que o amor é a própria falta de sentido, eu digo que não. Eu digo que o amor é aquilo que de bom ao outro fazemos por fazer, sem precisar quebrar a cabeça numa tentativa de criar preocupação. Não vou rotular o que se sente, mas então não coloque mais nomes em teus problemas. Se te diz sozinho, então teus sentimentos não pertencem a mais ninguém a não ser tu mesmo.
segunda-feira, 22 de março de 2010
memória
Não sei se posso dizer que me trazia felicidade, mas todo tempo que esteve comigo sabia que estava lá. Independente de qualquer coisa, não dependia de nada nem ninguém. Talvez por isso que ainda tenha de mim aquilo um dia soube me dar. Sabia o que queria daquilo e o que deveria ser feito. E o que queria era sem querer o mesmo que eu. Ainda que sendo passado ele sempre se torna recente, presente.
listen
Parei de escrever numa tentativa de não perder a linha daquilo que me vinha em mente. Não encontrei frases prontas aonde estava minha vontade. Ao mesmo tempo que tudo que passava pela minha mente eu encontrava respostas, não consegui descrever em palavras. São muitas coisas resumidas em algumas vontades das quais o som vem representando de maneira bem mais fiel do que a letra.
sábado, 20 de março de 2010
subverteu
Sem a mínima compreensão do que não foi dito, a não ser aquilo de quase sempre. Por olhares confusos, sempre incerto. Liberdade que se confude com indiferença, que se cria não sei por onde, nem por quem.(...)
Quando não planejo, eu solto para o que vier, para quem der passos próximos. Mas isso ainda não mudou nada. Por mais que eles estivessem ali, eles nem se comparam.
Enquanto isso, continuava aqui, e aqui ainda está. A diferença é que o elo que traz em mente vem se soltando por pouco. Enquanto pra mim esse pouco, por mais que incômodo, é pouco demais pra fazer modificar o que de bom passou por nós. Então, entregue aos braços dos seus sentimentos, acaba por se perder.
Quando não planejo, eu solto para o que vier, para quem der passos próximos. Mas isso ainda não mudou nada. Por mais que eles estivessem ali, eles nem se comparam.
Enquanto isso, continuava aqui, e aqui ainda está. A diferença é que o elo que traz em mente vem se soltando por pouco. Enquanto pra mim esse pouco, por mais que incômodo, é pouco demais pra fazer modificar o que de bom passou por nós. Então, entregue aos braços dos seus sentimentos, acaba por se perder.
quinta-feira, 18 de março de 2010
futuro;Seja como for
Sabemos que o amor puro nos move, seja a direção que tomarmos, mesmo que em diferentes. Acreditamos naquilo que de mais positivo cada um possui. Se não quiser procurar nada em ninguém, não procure. Mas saiba reconhecer no que há de bom em cada um, aquilo que irá te questionar de maneira diferente, aquilo que vai te puxar. Por vezes perdendo o sono, por outras fazendo ganhar o tempo. Somos antigos, somos por vezes parecidos. Sendo assim, ao invés de sermos opostos que se atraem, somos semelhantes que se diferem. Lembrando que esse "somos" não se refere a uma união, mas a um individual em comum. (...)
passado;Ele não volta, ele faz parte de alguma maneira
Por mais que me toquem palavras ou imagens que me venham a cabeça, por mais sinceros e inocentes que sejam essas palavras por trás de tanta malícia que houve ali, eu não posso dizer. Não posso falar do que não vivi, daquilo que jamais me pertenceu. Não me fez parte, mas te construiu. Daí parte esse meu interesse curioso. Também egoísta de certa forma, porque por mais compreensivo que queira ser, acabo por confundi-lo no meu. (...)
Eu só to de passagem
Ainda nem descobriram tudo que o ser humano é capaz, a não ser através de teorias, e querem encontrar alguma vida fora do nosso planeta. Nem sequer abrem mão de preconceitos que podem atingir a si próprios e dizem, com orgulho, serem os seres mais evoluídos até em então.
Na natureza, os animais de mesma espécie podem brigar até a morte pelo seu território, por suas presas, pela sua sobrevivência. Mas o ser humano, é o único ser que é capaz de matar simplismente pelo simples prazer de fazê-lo.
Na natureza, os animais de mesma espécie podem brigar até a morte pelo seu território, por suas presas, pela sua sobrevivência. Mas o ser humano, é o único ser que é capaz de matar simplismente pelo simples prazer de fazê-lo.
Astronauta
Eu vou pra longe, onde não exista gravidade, pra me livrar do peso da responsabilidade de viver nesse planeta doente. E de ter que achar a cura da cabeça e do coração da gente. Chega de loucura, chega de tortura. Talvez aí no espaço eu ache alguma criatura inteligente, aqui tem muita gente, mas eu só encontro solidão, ódio, mentira e ambição. Estrela por aí é o que não falta astronauta... A Terra é um planeta em extinção!!
Gabriel O Pensador.
O resto, parece que não pensa...
Gabriel O Pensador.
O resto, parece que não pensa...
o
(...)
É quase cruel escrever isso. Pois não são reencontros mal recebidos, nem primeiras decepções. Não são amores mal terminados ou surpresas desagradáveis. Não sei se foram ou se ainda são tudo aquilo. Mas foram vidas compartilhadas mesmo que por telefone, enquanto a distância preenchia o lugar da convivência. Agora as coisas parecem estar mudando.
Mesmo que por um caminho de pedras, estavam lá, de mãos dadas. Foram e são irmãs, por escolha, antes mesmo que isso fizesse parte de sua consciência. Não precisam nem de olhares para se entenderem porque se desvendam na ausência, elas conversam mentalmente. Chegavam a sonhar com suas angústias, fazendo se darem conta de que precisariam tomar alguma decisão. Não conheceram a raiva entre elas, não deram motivo algum para a vaidade. Mas hoje tropeçam no mais pequeno detalhe e no mais conhecido defeito.
Tirariam a própria roupa se acaso o outro passasse frio. São muitas histórias para meses ou até mesmo anos que fiquem em branco. Acontece que basta uma semana sem ouvir o "tudo bem" para que sintam uma falta desigual, por mais que se conheçam.
É muito amor pra ser levado por uma consequencia da vida. "Mas apesar de tudo são escolhas", ela me diz. Mas me escuta, não deixem que o óbvio da parte má do ser humano interfira naquilo que sempre houve uma certeza mesmo no meio de tantas dúvidas. E essa certeza sempre as salvou. Essa certeza confirmava a felicidade nas vezes em que não a encontravam.
terça-feira, 16 de março de 2010
Então a gente estende a mão e se descobre louco
(...) que nome ela tem? Pode ser aquela vontade de abraçar e não soltar mais assim como a de fazer tudo aquilo que deixamos pra outra vez. Somos, entre nós, tudo aquilo que o filme nos mostra, nos fazemos de histórias que não vivemos, de pequenas lembranças que se tornam gigantes em nossa mente. Nos buscamos sem saber o porquê disso ou daquilo, querendo estar junto mesmo sem estar perto, sem ter a mínima noção de saber aonde vamos muito menos com quem.
Sem contar nada um ao outro, fazendo de conta que ele não sabe de nada, buscamos algo que nos defina. Nos buscamos mesmo sabendo que o dia em que encontrarmos essa definição, que já existe, partiremos por novos motivos. Nos mostramos de maneira aberta demais, quase que frágil, tendo consciência disso ao mesmo tempo que jamais falaríamos a respeito. Pois somos fechados demais, quase egoístas por natureza. Somos mentirosos; nos enriquecemos de tudo aquilo que nos alimenta e fazemos de conta de que tudo isso nos faz falta.
Esperamos sim, qualquer coisa que essa tarde indo embora nos deixe, enquanto observamos de longe a noite que vem nascendo. Procurando sem saber o que já temos.
(...) Não teriam palavras pra descrever a sensação. - Nem sequer lembro do que ele me falava enquanto de longe te encontrei. Eram palavras perdidas.- E dali em diante saberia que algo estava a nossa espera. A partir desse momento as peças se encaixavam com mais facilidade enquanto íamos respondendo nossas perguntas que até hoje não cessaram. Quando não são para os outros, são à nós mesmos. Estamos sempre atrás de algo ainda que na maioria das vezes estejamos a frente dos que nos cercam. Nos descobrimos e junto a nós se revelam os limites quebrados, porque sem saber se é impossível vamos lá e fazemos. Achando ser difícil, damos tudo que podemos em cada instante. Tudo que naquele instante era demais, hoje fortalece. Vamos até a margem toda manhã, a espera de que algum dia encontremos o barco que nos leve ao outro lado.
Nos descobrimos mais do que éramos ontem, andando passo a passo, sem perder o ritmo, sem parar o tempo. Obedecendo as falas e o espaço vazio que fica entre elas.
Somos impertinentes, inconsequentes, equilibrados, impulsivos e disfarçados. Pensamos tanto que guardamos pra nós ao mesmo tempo que representamos nas nossas palavras.
Sem contar nada um ao outro, fazendo de conta que ele não sabe de nada, buscamos algo que nos defina. Nos buscamos mesmo sabendo que o dia em que encontrarmos essa definição, que já existe, partiremos por novos motivos. Nos mostramos de maneira aberta demais, quase que frágil, tendo consciência disso ao mesmo tempo que jamais falaríamos a respeito. Pois somos fechados demais, quase egoístas por natureza. Somos mentirosos; nos enriquecemos de tudo aquilo que nos alimenta e fazemos de conta de que tudo isso nos faz falta.
Esperamos sim, qualquer coisa que essa tarde indo embora nos deixe, enquanto observamos de longe a noite que vem nascendo. Procurando sem saber o que já temos.
(...) Não teriam palavras pra descrever a sensação. - Nem sequer lembro do que ele me falava enquanto de longe te encontrei. Eram palavras perdidas.- E dali em diante saberia que algo estava a nossa espera. A partir desse momento as peças se encaixavam com mais facilidade enquanto íamos respondendo nossas perguntas que até hoje não cessaram. Quando não são para os outros, são à nós mesmos. Estamos sempre atrás de algo ainda que na maioria das vezes estejamos a frente dos que nos cercam. Nos descobrimos e junto a nós se revelam os limites quebrados, porque sem saber se é impossível vamos lá e fazemos. Achando ser difícil, damos tudo que podemos em cada instante. Tudo que naquele instante era demais, hoje fortalece. Vamos até a margem toda manhã, a espera de que algum dia encontremos o barco que nos leve ao outro lado.
Nos descobrimos mais do que éramos ontem, andando passo a passo, sem perder o ritmo, sem parar o tempo. Obedecendo as falas e o espaço vazio que fica entre elas.
Somos impertinentes, inconsequentes, equilibrados, impulsivos e disfarçados. Pensamos tanto que guardamos pra nós ao mesmo tempo que representamos nas nossas palavras.
Jogue fora
Veio agora me dizer que precisa me ouvir, me falar, discutir. Mas não mostra essa necessidade por seus olhos enquanto fala. As tuas reações esperadas são poucas, são como amor ou ódio, tudo ou nada. Digo estar tudo bem numa tentativa de reatarmos o que deixamos pra trás no meio dessa confusão. Para conseguirmos caminhar por nós mesmas e ter a quem dar a mão se uma de nós cair. Tu pode mais que isso, só falta querer. Falta abrir mão daquilo que não usa mais, mas guarda pensando que um dia te fará falta. Não faz mais disso segredo, não estou dizendo que deveria. O que importa é o hoje, se encontra tua felicidade por meio desses desiguais, então vou aprender a viver em meu lugar. Mas se eu souber que não encontra mais aquela paz e que por fora anda querendo mostrá-la, então voltarei a te encomodar. Tentando de algum jeito te fazer reagir de outra forma. Por ti.
entre tanta gente, não tem ninguém
Queria estar em qualquer outro lugar do que ouvindo essa conversa sem graça e sentido. A conversa de quem passa por nós é muito mais interessante do que essa repetição da última noite. Não entendo essa vontade de estar perto se quando se encontram não existe nada de novo, são risadas vazias, histórias mal contadas. Me encontro muito mais olhando o lado de fora da janela do que sentada aqui como quem faz papel de figurante. Não é ser chata, é simplismente não entender o porquê de tanta atenção a insignificâncias da vida, de tanta curiosidade ao que não move nada nem ninguém. Se descubram. Veio agora me dizer que precisa me ouvir, me falar, discutir (...)
segunda-feira, 15 de março de 2010
princípios integrados
Quando é claro pra nós, ninguém mais precisar saber. A nossa certeza não inclui ter de provar fatos muito menos esclarecer aparências. É muito mais forte do que isso, não depende de nada nem ninguém. Talvez ninguém entenda tudo aquilo que somos e da maneira que nos sentimos. Besteira pensarem que as coisas são como parecem ser. Besteira acharem que realmente nos resumimos pelo que a foto mostra ou pelo que dissemos. É mais do que isso, é bem mais do que demonstramos.
sábado, 13 de março de 2010
uma parte
É diferente por olhar pra frente de outra maneira. Por mover seus olhos acomodados para um caminho que ninguém enxergaria. Por acreditar no que ninguém consegue ver nesse momento. Erra por se confundir e junto levar alguém. Mas ainda assim é diferente, da mesma maneira que quer ficar, sabe que precisa ir. Da mesma maneira que leva junto consigo, deixa no lugar que encontrou. É diferente por precisar respirar um pouco e saber disso. O estranho é que se lembra constantemente disso, ao invés de ser involuntário. Mas está tudo bem. Não serão só repetições, aliás, não são repetições. Faz na porta de entrada uma reforma por semana, e a de saída continua sempre a mesma. Isso torna mais fácil da mesma maneira que detalhado.
laços
O tempo passa e a química se perde pela falta de interesse. É assim que acontece, vale para todo tipo de pessoa ou relação. Não perdoa promesssas, lembranças ou convivência. Enferruja as conversas enquanto as perguntas tornam-se repetitivas.
As pessoas acham que por estarem indo em caminhos diferentes não existirá mais proximidade e dessa forma burra, o que um dia foi tudo aquilo, hoje é só aquilo e não mais tudo. No fim sobra um ou dois pra contar histórias. Sobra um ou dois pra se ter um ombro ou um sorriso. Mas são um ou dois que não deixam a desejar.
Vão sentir saudade quando encontrarem sem querer as fotografias jogadas no fundo da gaveta. Vão se lembrar quando se encontrarem na rua por acaso e se derem conta de que o tempo não roubou aquela amizade, mas de que eles deixaram que ela fosse embora.
As pessoas acham que por estarem indo em caminhos diferentes não existirá mais proximidade e dessa forma burra, o que um dia foi tudo aquilo, hoje é só aquilo e não mais tudo. No fim sobra um ou dois pra contar histórias. Sobra um ou dois pra se ter um ombro ou um sorriso. Mas são um ou dois que não deixam a desejar.
Vão sentir saudade quando encontrarem sem querer as fotografias jogadas no fundo da gaveta. Vão se lembrar quando se encontrarem na rua por acaso e se derem conta de que o tempo não roubou aquela amizade, mas de que eles deixaram que ela fosse embora.
quinta-feira, 11 de março de 2010
?
O pior não é ouvir o que não se gosta, não é se contradizer, exagerar, ser pessimista ou positivo demais. O pior é não ouvir. Quem não tenta não sabe. (...)
Não é por nada, não faço pra ser bonito, não falo por falar.
Eu não consigo acreditar que não houvesse nada pra dizer. Se foi assim fácil, como quem cancela um convite pro fim de tarde de uma sexta-feira, então que se vá. Mais uma vez, se não for pra ser sincero, então que não seja, que volte.
Não era te pedir demais, que parasse por um segundo de fumar o teu cigarro numa tentativa de se acalmar ou silenciar tua vontade.
Não era te pedir demais, que não me perguntasse mais nada e simplismente falasse tudo ou parte do que tinha em mente, independente de que fosse ser o oposto do que eu penso ou que fosse tentar de tudo com estranhas palavras.
Não era te pedir demais, que não voltasse pra casa e transformasse em letras o que pensas, mas que colocasse em palavras por meio de sons.
Não era te pedir demais, que usasse dessas tuas frases para resolver o que houvesse entre nós, e não só o que os teus amigos te perguntam.
Não era te pedir demais, que pensasse por uma visão de quem está de fora, ou de quem está do outro lado.
Parecem muitos pedidos, mas tudo isso é uma coisa só; é o mínimo da consideração.
Foi a mesma coisa que nada, o mesmo que covarde, o mesmo que vazio. (...)
---
"(...) A menina comentava durante todo o tempo em que estavam na estrada, do quanto achara bonito aquele caminho, como haviam àrvores e como a cachoeira que corria junto ao carro a encantava. Ela contava tudo aquilo que essa natureza a lembrava, falava de tudo aquilo que ainda poderiam fazer quando voltassem por lá outra vez.
Ele, sem entender, indignado perguntou como ela podia ver tanta beleza em meio a todo aquele lixo, tanto descuido, a única coisa que ele conseguia imaginar era a hora em que ele chegaria em casa.
E dessa forma, foram repetindo suas explicações, questionando um ao outro sem encontrar entendimentos. E chegaram em casa.
Passaram semanas, meses. Eles não se falaram mais, até que ele volta àquele lugar, só que no lado em que ela viera sentada da última vez. Olhando pela janela, se deu conta de que a estrada tem dois lados; e que ela é larga demais para que se consiga enchergá-los ao mesmo tempo. Olhou pela janela e viu tudo aquilo que ela havia elogiado.(...)"
nada
Não visualizo nomes, eu venho criando imagens, lugares, pessoas, das quais nem conheço e não faço a mínima ideia se realmente existem fora da minha mente. Venho pedindo abraços, telefonando mais, conversando, perguntando, estando presente mesmo que para dizer que estive ali todo o tempo caso precisassem de mim. Venho dando chances a recomeços, oportunidades a pontos de vistas, tentando entender o que não consigo achar motivos sem ser os que me negam de primeiro lance. Venho fazendo por onde for. Me dizem que não posso me julgar, porque seja o caminho que tenham seguido, eu dei os meus passos. Eu tentei.
quarta-feira, 10 de março de 2010
por hoje, por ontem, anteontem; os contras
Fomos carinho desde o primeiro dia. Não pedíamos nada ao outro, nos entendíamos mesmo que nada saísse de nossas bocas. Nos aceitávamos mesmo quando confundíamos palavras, trocávamos olhares. O ideal seria se andássemos com passos iguais, um ao lado do outro, eu sei. Seria se nem tu andasse um passo à frente, nem eu quisesse correr. Nem um nem outro. Nos alternávamos; por hora eu te puxava, por outras me chamavas. Enquanto me admitia criar duas faces até certo tempo, me magoando por saber que eu da mesma forma que chegava em casa, estava contigo. Me admitia só ter certeza depois que eu te dissesse. Não encontrei tua iniciativa, teu impulso de falar, se abrir, arriscar. Tudo bem que fosse por partes, que viesse um som de cada vez, que fosse feito de passos mansos e delicados. Não veria problema algum, afinal de contas cada um tem seu tempo. E ninguém gosta de empurrões.
Mas eu lembro da frase de que ainda me diria muito mais do que escrevesse. Nada é o que parece ser, eu também não devo ser o que pareço; Não me afasto por não querer, me afasto por não poder.
Não
Eu tô com uma puta de uma saudade. Eu sempre sinto saudade mesmo que tenha visto ontem, coloco o pé dentro de casa e parece que tudo vem junto. O sono me paralisa por alguns instantes, não mais me acalma. Me angustia não fazer nada, mas mais uma vez me provam que certas coisas não dependem só de mim. Mais uma vez o egoísmo se justificando por sentimentos vem me enfrentar. Tudo bem, vou vivendo em meu lugar.
Parece mesmo ser assim, um mosaico inacabado.
terça-feira, 9 de março de 2010
Im mooving on
Descobri que tenho de me fazer minha melhor amiga, tenho que querer o meu melhor, tenho que me cuidar como quem olha de maneira preucupada alguém querido. Se eu chorar, não será outra pessoa a enxugar minhas lágrimas a não ser eu mesma. Se eu cair, vou me levantar sozinha e levar pra casa os joelhos esfolados como sempre fiz. Assim eu escolhi sem saber. Me mantenho fechada por falta de confiança e de tanta ganância que vejo nas ruas. E nas raras tentativas em que abri essa porta, acabaram fechando para mim mesma e jogando fora a liberdade que conquistaram.
Então sigo assim, já não me importo com o que vão pensar. Não quero saber se seria melhor para eles de outra forma. Já que ser real e ter limites, parece ser sinônimo de frieza. Já cansei dessas palavras, dessa repetição como se não tivesse carinho.
Aum
Não vou martirizar o que está aqui. Não vou tornar concreto o que já é cinza. Não vou buscar razão nem permanecer parada. Não vou buscar falas sem sentido ou conversas mal contadas.
Vou olhar pra cima, perceber o que está além da nossa visão física.
Vou buscar no que sempre me moveu, aquilo que sou feita. Me reconstruindo constantemente.Vou falar para mim mesma do que sempre esteve em mim, comigo. Vou me relembrar dia e noite, por anos, esse sentido em fazer o que faço, dizer o que penso, tornar-me por fora como eu sou por dentro. É assim que tem que ser, senão não há. Aos poucos tudo se encaixa.
no risco; o arrisque.
Não se faz por querer fazer, se faz porque algo tem de sair. Não se visualiza um porquê ou uma razão, simplesmente é. É intenso demais para tentar entender de uma maneira mais clara ou sensata. É de pouca compreensão porque palavras não demonstrariam o que há no seu interior. Ponto.
Cr.
Ainda que as pessoas se apressem, que o trânsito voe, que a chuva caia sem parar. Ainda que exista espera, que haja falta de alguns minutos. Esse é o instante que tudo pára. O céu fica mais sereno e cada vez mais reflete o seu azul tranquilizante nas ruas. Se olha para cima num deslumbramento que não espera por nada, ele apenas é. Ele representa algo muito maior do que nossas preocupações. Ele traz nele a natureza e não as nossas invenções traiçoeiras. Ele completa seja o que for que esteja faltando.
O relógio pode seguir, as pessoas podem falar, a cidade pode berrar aos céus o seu barulho cinzento. Nada interfere, tem hora pra tudo, mas nessa tudo pára. Só se observa.
O relógio pode seguir, as pessoas podem falar, a cidade pode berrar aos céus o seu barulho cinzento. Nada interfere, tem hora pra tudo, mas nessa tudo pára. Só se observa.
Esquadros
Eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que eu não sei o nome. Cores de almodóvar, cores de frida kahlo, cores. Passeio pelo escuro, eu presto muita atenção no que meu irmão ouve. É como uma segunda pele, um calo, uma casca, uma cápsula protetora. Ah, Eu quero chegar antes pra sinalizar o estar de cada coisa, filtrar seus graus. Eu ando pelo mundo divertindo gente, chorando ao telefone e vendo doer a fome nos meninos que têm fome. Pela janela do quarto, pela janela do carro, pela tela, pela janela. Quem é ela, quem é ela? Eu vejo tudo enquadrado, remoto controle.
Eu ando pelo mundo e os automóveis correm para quê? As crianças correm para onde? Transito entre dois lados, de um lado eu gosto de opostos, exponho o meu modo, me mostro. Eu canto pra quem eu gosto. Pela janela do quarto, pela janela do carro, pela tela, pela janela. Quem é ela, quem é ela? Eu vejo tudo enquadrado, remoto controle. Eu ando pelo mundo e meus amigos, cadê? Minha alegria, meu cansaço? Meu amor cadê você? Eu acordei, não tem ninguém ao lado. Pela janela do quarto, pela janela do carro, pela tela, pela janela..
Adriana C.
segunda-feira, 8 de março de 2010
tudo passa. é sorte e azar
A gente acaba. Cedo ou tarde acabamos descobrindo o que não esperamos.
No fundo se sabe, mas "não custa nada arriscar", eu repetia para mim mesma. Engano meu, custa e custa caro. Custa tempo, noites de sono mal dormido, bem dormido, custa lembranças das quais queria me esquecer que voltaram por algum motivo do qual não tem nada haver comigo, pois eu não as chamei. Quando me dei por conta já estava fazendo tudo outra vez, quando abri os olhos já estava envolvida. Sensação de que nunca está comigo de verdade, sempre falta alguma coisa. Falta alguma coisa e vai continuar faltando, porque eu descobri que falta alguém e não algo.
Não estou disposta a esperar dessa forma. Não quero história com um final pré-definido, eu quero começar do zero. Senão for pra recomeçar então continuo na minha estrada com tudo aquilo que já tinha em mente ou melhor, talvez eu crie tudo novo, numa tentativa de me reciclar, refazer. Pensar menos, sentir mais. Quando caio em mim vejo que eu acredito nas pessoas, elas me olham nos olhos então por quê não acreditaria? Engano meu.
No fundo se sabe, mas "não custa nada arriscar", eu repetia para mim mesma. Engano meu, custa e custa caro. Custa tempo, noites de sono mal dormido, bem dormido, custa lembranças das quais queria me esquecer que voltaram por algum motivo do qual não tem nada haver comigo, pois eu não as chamei. Quando me dei por conta já estava fazendo tudo outra vez, quando abri os olhos já estava envolvida. Sensação de que nunca está comigo de verdade, sempre falta alguma coisa. Falta alguma coisa e vai continuar faltando, porque eu descobri que falta alguém e não algo.
Não estou disposta a esperar dessa forma. Não quero história com um final pré-definido, eu quero começar do zero. Senão for pra recomeçar então continuo na minha estrada com tudo aquilo que já tinha em mente ou melhor, talvez eu crie tudo novo, numa tentativa de me reciclar, refazer. Pensar menos, sentir mais. Quando caio em mim vejo que eu acredito nas pessoas, elas me olham nos olhos então por quê não acreditaria? Engano meu.
domingo, 7 de março de 2010
O vento
Posso ouvir o vento passar, Assistir a onda bater, Mas o estrago que faz A vida é curta pra ver.
Eu pensei que quando eu morrer, Vou acordar para o tempo E para o tempo parar; Um século, um mês, Três vidas e mais Um passo pra trás?
Por que será? Vou pensar.
Como pode alguém sonhar O que é impossível saber?
Não te dizer o que eu penso Já é pensar em dizer.
Isso eu vi, o vento leva.
Não sei, mas sinto que é como sonhar Que o esforço pra lembrar É vontade de esquecer
E isso por que? Diz mais.
Se a gente já não sabe mais Rir um do outro meu bem, Então o que resta é chorar.
E talvez se tem que durar, Vem renascido o amor, bento de lágrimas.
Um século, três, Se as vidas atrás, São parte de nós, E como será
O vento vai dizer lento que virá E se chover demais A gente vai saber, Claro de um trovão, Se alguém depois sorrir em paz.
Los H.
A MINHA FOME
Uma boa surpresa; quero dizer um encontro inesperado cheio de carinho. Uma conversa que me acrescente. Sou uma boa ouvinte desde que o que me digas seja verdadeiro e importante, mesmo que apenas para ti. Pode me perguntar o que achar mais íntimo, mas de maneira delicada. Sei guardar segredos, pode confiar em mim, não te preucupe em sentir vergonha. Não tente me impressionar, me desencanta chamar atenção.
Pode ser uma tarde sem sol com uma brisa que tenha gosto de saudades e vontade de café. Posso estar sozinha, mesmo assim irei me distrair assistindo o movimento descontraído de quem estará ao meu redor. Não me peças desculpas por nada que tenhas me feito, eu nunca consegui acreditar na maioria delas.
Eu leio de novo, repito a fala, às vezes eu descubro uma vírgula a mais ou uma palavra que não havia lido, elas sempre trazem mais sentido ao que está escrito. É que eu me destraio fácil, é difícil me prender.
Faça de novo, de novo e de novo... Pode tentar quantas vezes quiser. Vamos tentar porque o tempo é o que não nos falta. Às vezes achamos que nos falta tempo pelos tolos que somos enquanto jovens, mas na verdade ele sobra, o negócio é que estamos acostumamos com essa mesmisse de sempre. Acostumamos com os mesmos horários, olhares, os mesmos tipos de sons e telefonemas.
Vem comigo, vamos nos inovar, nos descobrir, se não gostarmos tudo bem. Afinal de contas sempre fica tudo bem, de um jeito ou de outro... Com aquela pessoa ou com outra. A verdade é que nada tranca nosso caminho, nós é que queremos parar.
Também não vamos colocar nomes em nossos problemas e nem o passado em nossas dúvidas. Vamos nos encarar, vem comigo, vamos criar coragem para entregar essa responsabilidade à quem a merece.
Posso sair pelas ruas pintando sorrisos. Vou ficar procurando desenhos nas nuvens enquanto não souber o que fazer. Aonde quer que eu esteja, eu vou estar lá. De verdade.
Acredite. Eu não minto sentimentos.
Sendo assim pode não me achar agradável ao opinar, então não me pergunte nada se não quiser ouvir a verdade. O problema é seu. Erros tem de doer ao serem feitos, depois não há o que chorar. Mas se for chorar, chore tudo de uma vez só e no outro dia recomece do zero. É assim que funciona. Também não siga os meus conselhos e nem o de ninguém à risca, arrisque.
Pense. Quebre a cabeça pensando se for algo que realmente importe resolver. O fato de não faltar tempo não justifica o desperdício.
Me dê um susto. Me faça correr. São poucas as sensações tão boas quanto a de rir até a barriga doer.
Não tenha medo. Pode até seguir do seu jeito, fazendo o quiser fazer, saindo para se distrair nas tardes de sol ao invés das minhas nubladas. Mas não tenha medo. Não poupe palavras que serão reais. Não vou me desmontar por uma frase mais pesada. Na minha presença, não tenha medo. Sejamos sinceros e realistas. Carinho pode ser pra outra hora se for.
Eu saio de casa com coisas a fazer, mas sabe-se lá o que pode acontecer. Pode cair aquela chuva e eu continuar caminhando enquanto todos fogem da água. Repito pra mim mesma que o acaso não existe. Conversas em meio ao trânsito com desconhecidos me são comuns e acompanhante. Interessante ouvir um desabafo de vez em quando.
Ah que que há? Fale umas bobagens junto comigo, dane-se o que os outros vão pensar. Amanhã eles não vão nem lembrar de nós, até porque nem os nossos nomes eles sabem. E se estivessem conosco iriam rir também. Se estiver ansioso ou triste, concentre-se na sua respiração, ela é a fonte da nossa tranquilidade. Sejamos gentis mesmo com quem não irá nos acrescentar em nada. Ame.
É isso tudo que me alimenta, é disso tudo que eu tenho fome.
Pode ser uma tarde sem sol com uma brisa que tenha gosto de saudades e vontade de café. Posso estar sozinha, mesmo assim irei me distrair assistindo o movimento descontraído de quem estará ao meu redor. Não me peças desculpas por nada que tenhas me feito, eu nunca consegui acreditar na maioria delas.
Eu leio de novo, repito a fala, às vezes eu descubro uma vírgula a mais ou uma palavra que não havia lido, elas sempre trazem mais sentido ao que está escrito. É que eu me destraio fácil, é difícil me prender.
Faça de novo, de novo e de novo... Pode tentar quantas vezes quiser. Vamos tentar porque o tempo é o que não nos falta. Às vezes achamos que nos falta tempo pelos tolos que somos enquanto jovens, mas na verdade ele sobra, o negócio é que estamos acostumamos com essa mesmisse de sempre. Acostumamos com os mesmos horários, olhares, os mesmos tipos de sons e telefonemas.
Vem comigo, vamos nos inovar, nos descobrir, se não gostarmos tudo bem. Afinal de contas sempre fica tudo bem, de um jeito ou de outro... Com aquela pessoa ou com outra. A verdade é que nada tranca nosso caminho, nós é que queremos parar.
Também não vamos colocar nomes em nossos problemas e nem o passado em nossas dúvidas. Vamos nos encarar, vem comigo, vamos criar coragem para entregar essa responsabilidade à quem a merece.
Posso sair pelas ruas pintando sorrisos. Vou ficar procurando desenhos nas nuvens enquanto não souber o que fazer. Aonde quer que eu esteja, eu vou estar lá. De verdade.
Acredite. Eu não minto sentimentos.
Sendo assim pode não me achar agradável ao opinar, então não me pergunte nada se não quiser ouvir a verdade. O problema é seu. Erros tem de doer ao serem feitos, depois não há o que chorar. Mas se for chorar, chore tudo de uma vez só e no outro dia recomece do zero. É assim que funciona. Também não siga os meus conselhos e nem o de ninguém à risca, arrisque.
Pense. Quebre a cabeça pensando se for algo que realmente importe resolver. O fato de não faltar tempo não justifica o desperdício.
Me dê um susto. Me faça correr. São poucas as sensações tão boas quanto a de rir até a barriga doer.
Não tenha medo. Pode até seguir do seu jeito, fazendo o quiser fazer, saindo para se distrair nas tardes de sol ao invés das minhas nubladas. Mas não tenha medo. Não poupe palavras que serão reais. Não vou me desmontar por uma frase mais pesada. Na minha presença, não tenha medo. Sejamos sinceros e realistas. Carinho pode ser pra outra hora se for.
Eu saio de casa com coisas a fazer, mas sabe-se lá o que pode acontecer. Pode cair aquela chuva e eu continuar caminhando enquanto todos fogem da água. Repito pra mim mesma que o acaso não existe. Conversas em meio ao trânsito com desconhecidos me são comuns e acompanhante. Interessante ouvir um desabafo de vez em quando.
Ah que que há? Fale umas bobagens junto comigo, dane-se o que os outros vão pensar. Amanhã eles não vão nem lembrar de nós, até porque nem os nossos nomes eles sabem. E se estivessem conosco iriam rir também. Se estiver ansioso ou triste, concentre-se na sua respiração, ela é a fonte da nossa tranquilidade. Sejamos gentis mesmo com quem não irá nos acrescentar em nada. Ame.
É isso tudo que me alimenta, é disso tudo que eu tenho fome.
Não fala, me olha.
Não. Eu não sinto rancor nem raiva, eu só demonstro isso para que possa talvez pesar na tua consciência antes de ligar. Guardo pra mim, em segredo, essa esperança. Não vou deixar se formar uma conversa sem que antes eu acredite naquilo que tua voz me passa. Por enquanto continua o mesmo de antes e continuará até que a vida realmente te ensine de outras maneiras com o passar do tempo. Tempo esse que vai ser longo se depender da tua força de vontade que não encontras porque não procuras direito. Realmente não me tocas mais.
Sei que nem tenho o porquê de escrever sobre isso. Mas preciso colocar pra fora alguma coisa já que venho contendo meus atos.
Sei que nem tenho o porquê de escrever sobre isso. Mas preciso colocar pra fora alguma coisa já que venho contendo meus atos.
O meu problema
É o presente; É o aumento de tudo, é eu multiplicar e depois dividir em fatos para poder te explicar.
O problema é insistir em comparar, é querer superar, adivinhar o futuro.
O problema é ser pessimista e ainda querer o melhor que possa vir.
O problema é me enganar querendo ser sincera. Esse é o meu problema.
O problema é não controlar os meus pensamentos, é não conter minhas expressões.
Falar menos do que eu devia, pensar mais do que deveria. Esse é o meu problema.
É o desgosto no rosto, o abraço de volta, o inesperado da rotina. Esse é o problema.
O problema é eu não saber fingir. Esse é o meu problema.
O problema é insistir em comparar, é querer superar, adivinhar o futuro.
O problema é ser pessimista e ainda querer o melhor que possa vir.
O problema é me enganar querendo ser sincera. Esse é o meu problema.
O problema é não controlar os meus pensamentos, é não conter minhas expressões.
Falar menos do que eu devia, pensar mais do que deveria. Esse é o meu problema.
É o desgosto no rosto, o abraço de volta, o inesperado da rotina. Esse é o problema.
O problema é eu não saber fingir. Esse é o meu problema.
sábado, 6 de março de 2010
Por quê
Quantas vezes eu tenho que tentar lhe dizer que estou arrependida pelas coisas que fiz?
Mas quando começo a tentar lhe dizer, é quando você tem que me dizer
"Ei... este tipo de problema apenas começou"
Eu digo a mim mesma várias vezes; Por que você nunca aprende a manter sua boca grande fechada?
É por isso que machuca tanto ouvir as palavras que continuam a sair de sua boca
Diga-me... por quê?
Posso estar louca
Posso estar cega
Posso estar sendo tremendamente indelicada
Mas ainda posso ler o que você está pensando
E eu ouvi isto ser dito várias vezes; Que você estaria bem melhor
Além disso, Por que você não pode ver que este barco está afundando?
Vamos descer até a margem E nós podemos nos livrar daquelas dúvidas
Algumas coisas são melhores quando não são ditas
Mas elas ainda me perturbam. Diga-me, por quê?
Este é o livro que nunca li
Estas são as palavras que nunca falei
Esta é a trilha que nunca seguirei
Estes são os sonhos que passarei a sonhar
Esta é a alegria que é raramente compartilhada
Estas são as lágrimas, as lágrimas que derramamos
Este é o medo
Este é o pavor
Isto é o que há na minha cabeça
Estes são os anos que passamos juntos
E isto é o que eles representam
E isso é o que eu sinto
Você sabe como me sinto?
Porque eu acho que você não sabe
Eu não acho que você sabe como eu me sinto
Não acho que você sabe como me sinto
Você não sabe como me sinto.
Annie Lennox
sexta-feira, 5 de março de 2010
empírico e racional
Teu cheiro ainda está em minhas mãos. Me persegue aonde quer que eu vá mesmo que eu não queira querer a sua presença. Já cansei, já tive força, já quis gritar, já ouvi, já chorei, já sorri. E ainda assim não encontrei o que procuro. Não quero me tornar leviana comigo e nem servir apenas de visão para os outros.
Quer jogar?
Vamos fazer um jogo; Eu te falo todas as verdades e tu me despejas tudo o que pensas. Não levaremos pro lado pessoal, não sairemos magoados, seremos apenas Dois em busca do que realmente queremos e pensamos por trás desse conjunto clichê que nos deixamos ser algumas vezes. Jogaremos limpo, tiraremos junto com nossos casacos o orgulho e a vergonha. Quando se aceita se enxergar, todo erro que aparece não fere, ele apenas servirá de aprendizado.
Vamos, por favor, fazer alguma difereça nesse teatro vivo que é a nossa tão mencionada sociedade.
Vamos, por favor, fazer alguma difereça nesse teatro vivo que é a nossa tão mencionada sociedade.
São as águas de março...
"Egoísmo não é viver como a pessoa deseja; é pedir que os outros vivam como ela."
Nossas certezas são tão fortes que testam as novas que insistem em entrar, provando que o desejo delas ficarem nada mais é do que passageiro, assim como nossas vidas que juramos ser o bem que há de mais precioso mas no fundo é repleta de desnecessários.
Nossas certezas rondam de perto e ao mesmo tempo afastadas só para depois deixarem se aproximar, se for o caso.
Nos confundimos de início, nos enchendo de alegria e falsos amores. Nos encantamos e depois nos puxam o tapete, sorte nossa sempre cairmos de pé, ainda que se por dentro estivermos ajoelhados. De cabeça erguida com olhares baixos, com orgulho e humildade. Que muro é esse que nos deixa permanecer em cima por mais estreito que ele seja? Eu quero pular.
Nossas certezas são tão fortes que testam as novas que insistem em entrar, provando que o desejo delas ficarem nada mais é do que passageiro, assim como nossas vidas que juramos ser o bem que há de mais precioso mas no fundo é repleta de desnecessários.
Nossas certezas rondam de perto e ao mesmo tempo afastadas só para depois deixarem se aproximar, se for o caso.
Nos confundimos de início, nos enchendo de alegria e falsos amores. Nos encantamos e depois nos puxam o tapete, sorte nossa sempre cairmos de pé, ainda que se por dentro estivermos ajoelhados. De cabeça erguida com olhares baixos, com orgulho e humildade. Que muro é esse que nos deixa permanecer em cima por mais estreito que ele seja? Eu quero pular.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Com licença,
Tenho tido a impressão de estar acomodada com certas coisas, de que estou deixando adormecer certos sentimentos e conflitos internos. Me dizem para deixar de lado pelo fato de me fazer bem dessa forma, mas esqueceram que isso vai contra todos os meus pontos de vistas dos quais nunca me abandonaram.
Algo de ruim em ti me é familiar, talvez seja a tua maneira de te esconder detrás dos teus olhares e gestos em fuga que não me trazem boas lembranças. Sabes tanto, sentes tanto, que às vezes te cegas. Não entendo porque não leva um pouco mais para o teu dia, com teus amigos e amores, essa tua certeza que traz em mente, da qual te caracteriza tão bem.
Sei que espera algo que te desperte de uma maneira diferente, única, que te decifre e te desvende. Mas não existe partida sem convite, conversas sem vontade. Esse impulso tem de partir de ti.
Acaba te trapaceando, pois o fato de sentires e pensares não justifica teus erros, sabe disso. Quero lembrar que quando falo em erros não estou me referindo aos óbvios, eu falo de tudo aquilo que deixas no ar, falo das tuas entrelinhas. Falo de tudo aquilo que fica por dizer, erros que comete por esperar um momento ideal, que de tão ideal é quase que ilusório. Falo que erras pelo fato de saberes a direção, mas se deixa interferir por coisas tão pequenas que por algum motivo te incomodam, mas que na verdade nada tem haver com tuas intenções, com aquilo que desejas.
Seja o que for que tenha vontade; Tenha coragem e fé naquilo que confia, pois quando se tem certeza de algo, as dificuldades nada mais representam do que parte do caminho até o final de tuas intenções.
Algo de ruim em ti me é familiar, talvez seja a tua maneira de te esconder detrás dos teus olhares e gestos em fuga que não me trazem boas lembranças. Sabes tanto, sentes tanto, que às vezes te cegas. Não entendo porque não leva um pouco mais para o teu dia, com teus amigos e amores, essa tua certeza que traz em mente, da qual te caracteriza tão bem.
Sei que espera algo que te desperte de uma maneira diferente, única, que te decifre e te desvende. Mas não existe partida sem convite, conversas sem vontade. Esse impulso tem de partir de ti.
Acaba te trapaceando, pois o fato de sentires e pensares não justifica teus erros, sabe disso. Quero lembrar que quando falo em erros não estou me referindo aos óbvios, eu falo de tudo aquilo que deixas no ar, falo das tuas entrelinhas. Falo de tudo aquilo que fica por dizer, erros que comete por esperar um momento ideal, que de tão ideal é quase que ilusório. Falo que erras pelo fato de saberes a direção, mas se deixa interferir por coisas tão pequenas que por algum motivo te incomodam, mas que na verdade nada tem haver com tuas intenções, com aquilo que desejas.
Seja o que for que tenha vontade; Tenha coragem e fé naquilo que confia, pois quando se tem certeza de algo, as dificuldades nada mais representam do que parte do caminho até o final de tuas intenções.
Oi, Prazer.
Tem pessoas que insistem na mesma opinião. Falar sem pensar é uma armadilha da qual a maioria de nós cai sem querer, mas falar sem conhecer é opção, é dado como escolha. Podemos nos surpreender com as nossas amizades. Podemos julgar mal quem um dia nos trará sorrisos sinceros da mesma forma que podemos ser atingidos pelas costas. Para correr riscos basta estarmos vivos.
Não deixo de acreditar que aquele que despeja mais raiva é sempre o que armazena mais medo. Porém, me questiono o porquê desse escudo em volta da verdade, lutando para não enxergá-la.
Mas, se quero sinceridade tenho de ser sincera também, não vou dizer que perco meu sono me preocupando com essa precipitação alheia perante à tanta banalidade, mas meu sangue sobe ao enxergar essa hipocrisia a partir do momento que ela se torna cruel à quem não deseja mal algum à ninguém.
Ouço pessoas julgando, gritando, sussurrando, opinando, de uma maneira tão determinada que fazem pensar na hipótese de que conhecer alguém de verdade é a coisa mais simples do mundo, como se pudessem olhar para dentro dos outros e enxergar tudo aquilo que cada um é e sente na sua mais crua e nua intimidade. Como se essa arte maravilhosa e dolorosa de se conhecer para depois se envolver fosse assim, sem mistérios e além de tudo, exposta. Engano deles.
Não deixo de acreditar que aquele que despeja mais raiva é sempre o que armazena mais medo. Porém, me questiono o porquê desse escudo em volta da verdade, lutando para não enxergá-la.
Mas, se quero sinceridade tenho de ser sincera também, não vou dizer que perco meu sono me preocupando com essa precipitação alheia perante à tanta banalidade, mas meu sangue sobe ao enxergar essa hipocrisia a partir do momento que ela se torna cruel à quem não deseja mal algum à ninguém.
Ouço pessoas julgando, gritando, sussurrando, opinando, de uma maneira tão determinada que fazem pensar na hipótese de que conhecer alguém de verdade é a coisa mais simples do mundo, como se pudessem olhar para dentro dos outros e enxergar tudo aquilo que cada um é e sente na sua mais crua e nua intimidade. Como se essa arte maravilhosa e dolorosa de se conhecer para depois se envolver fosse assim, sem mistérios e além de tudo, exposta. Engano deles.
quarta-feira, 3 de março de 2010
.
É um tipo de dedicatória sem nome, só quem realmente conhece vai entender. São pingos de tinta que caem no chão e formam uma linha em desordem, um pequeno detalhe que pode refletir um infinito e que só a nós parece fazer sentido.
Mas não é isso? Algo que ignora nomes e passado. Passa por cima de outras histórias, se fortalece rápido e sem motivos, sem ocupar lugar de nada nem ninguém. Tem que ser incondicional e independente, respeitando a singularidade da coisa.
Mas não é isso? Algo que ignora nomes e passado. Passa por cima de outras histórias, se fortalece rápido e sem motivos, sem ocupar lugar de nada nem ninguém. Tem que ser incondicional e independente, respeitando a singularidade da coisa.
crepúsculo
(...)
Páro e olho em volta, olho tudo aquilo que realmente importa e não o que aparentemente faz falta. Importa o que levo pra casa mesmo cansada. Não importa quem eu encontro sem querer em um sábado a noite, importa quem eu lembro em um domingo de manhã.
Páro e olho em volta, olho tudo aquilo que realmente importa e não o que aparentemente faz falta. Importa o que levo pra casa mesmo cansada. Não importa quem eu encontro sem querer em um sábado a noite, importa quem eu lembro em um domingo de manhã.
terça-feira, 2 de março de 2010
~
É um dejavú de conversas, certezas e lembranças. Um conjunto esgotado e que por vezes parece estar vazio. Uma atração sem motivos, meu espelho mais sentimental. Nos conhecemos por poucas e por muitas nos desconhecemos dia sim, dia não. Nos deixamos surpreender com o que já sabemos, que já sentimos e nos fazemos certos daquilo que é novo. É tranquilo, sereno. É a madrugada do caos, o seguro do porto, o abraço do encontro, o olhar no desencontro.
Que imensidão de pensamentos para apenas se fazer algumas linhas. Essas, que nos fazemos segredo, ao mesmo tempo que entregue aos nossos olhos, quando longe do nosso toque e bem perto de nossa mente, se tornam completas.
Que imensidão de pensamentos para apenas se fazer algumas linhas. Essas, que nos fazemos segredo, ao mesmo tempo que entregue aos nossos olhos, quando longe do nosso toque e bem perto de nossa mente, se tornam completas.
segunda-feira, 1 de março de 2010
writing
"Dê mais às pessoas, MAIS do que elas esperam, e faça com alegria. Decore seu poema favorito. Não acredite em tudo que você ouve, gaste tudo o que você tem e durma tanto quanto você queira. Quando disser "Eu te amo" olhe as pessoas nos olhos. Acredite em amor à primeira vista. Nunca ria dos sonhos de outras pessoas. Ame profundamente e com paixão. Você pode se machucar, mas é a única forma de viver a vida completamente. Em desentendimento, brigue de forma justa, não use palavrões. Fale devagar mas pense com rapidez. Lembre-se que grandes amores e grandes conquistas envolvem riscos.
Quando você se der conta que cometeu um erro, tome as atitudes necessárias. Quando você perder, não perca a lição. Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade. Sorria ao atender o telefone, a pessoa que estiver chamando ouvirá isso em sua voz. Case com alguém que você goste de conversar. Ao envelhecerem suas aptidões de conversação serão tão importantes quanto qualquer outra. Passe mais tempo sozinho.
Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores.
Lembre-se de que o silêncio, às vezes, é a melhor resposta.
Leia mais livros e assista menos TV. Não fale do passado. Leia o que está nas entrelinhas. Reparta o seu conhecimento. Seja gentil com o planeta.
Reze. Há um poder incomensurável nisso. Nunca interrompa enquanto estiver sendo elogiado. Cuide da sua própria vida. Não confie em alguém que não fecha os olhos enquanto beija. Uma vez por ano, vá a algum lugar onde nunca esteve antes. Se você ganhar muito dinheiro, coloque-o a serviço de ajudar os outros, enquanto você for vivo, esta é a maior satisfação de riqueza. Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor de um pelo outro é maior do que a necessidade de um pelo outro.
Julgue seu sucesso pelas coisas que você teve que renunciar para conseguir. Lembre-se de que seu caráter é seu destino."
...
Quando você se der conta que cometeu um erro, tome as atitudes necessárias. Quando você perder, não perca a lição. Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade. Sorria ao atender o telefone, a pessoa que estiver chamando ouvirá isso em sua voz. Case com alguém que você goste de conversar. Ao envelhecerem suas aptidões de conversação serão tão importantes quanto qualquer outra. Passe mais tempo sozinho.
Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores.
Lembre-se de que o silêncio, às vezes, é a melhor resposta.
Leia mais livros e assista menos TV. Não fale do passado. Leia o que está nas entrelinhas. Reparta o seu conhecimento. Seja gentil com o planeta.
Reze. Há um poder incomensurável nisso. Nunca interrompa enquanto estiver sendo elogiado. Cuide da sua própria vida. Não confie em alguém que não fecha os olhos enquanto beija. Uma vez por ano, vá a algum lugar onde nunca esteve antes. Se você ganhar muito dinheiro, coloque-o a serviço de ajudar os outros, enquanto você for vivo, esta é a maior satisfação de riqueza. Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor de um pelo outro é maior do que a necessidade de um pelo outro.
Julgue seu sucesso pelas coisas que você teve que renunciar para conseguir. Lembre-se de que seu caráter é seu destino."
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