Quando vê deve ser sozinha que eu me encontro, no silêncio que eu me entendo. Habitante de um lugar sem muros, mas afastada desses braços. Neles eu me esqueço, e do esquecimento eu tenho medo. A cada segundo a simplicidade acaba e a razão me ultrapassa. Ando por aí procurando a mesma frequência, procuro pelo encaixe.
Os corpos tem o abraço, mas as almas tem o enlace.
21:33
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