Tempo é uma palavra que pesa, um faca de dois gumes. Tem que ser levado pelo equilíbrio, nada pra depois nem nada por impulso. Ele tem o poder da cura, ele leva todas as culpas. Ele serve como um novo começo, como uma página em branco, ele se arrasta quando bem entende. Mais uma vez, é mais fácil culpar um terceiro pelos nossos erros, como se errar fosse um erro.
A intenção é o que julga. A consciência, o que condena.
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