Buscando alguma coisa que me faça sentido, algum sinal qualquer que não se refira a mim, mas que ande no meu paralelo. Colocando na mala apenas o que me pertence, deixando pra trás qualquer pedaço rasgado da fotografia. Convivendo com a decepção estampada nos rostos, vivendo de figurante. Onde não cabe a mim lhes contar seus papéis. Eles dormem com a verdade trancada ao lado de fora da casa.
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