É muito ruim, pra mais ninguém além de mim, é estranha essa minha vontade de me perder, de achar que sozinho tudo é mais fácil. É irritante a negação do que há por dentro. Eu crio imagens em movimento enquanto espero, e quando a espera acaba elas paralisam no tempo e eu volto a me perder.
Nem tão longe que eu não te veja, mas nem tão perto que eu te alcance. Como se me envolver fosse errado e te sentir fosse me desarmar. Só que agora não existem monstros, nem escuro, nem medos ou desencontros. Existe só o costume, o escudo que não tem utilidade nenhuma e só veio fazendo peso no meu caminho.
Dói admitir, é isso que passa pela minha cabeça.
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